Startups são empresas, geralmente ainda não formalizadas, que surgem a partir de um MVB (minimum viable product). Os criativos por trás da ideia costumam se preocupar em criar as condições necessárias para atrair investidores, mas nem sempre o registro da marca e das patentes estão no topo de prioridades.

Aí mora o primeiro erro. Tão importante quanto o site e a apresentação formalizada, por exemplo, é garantir que ninguém mais possa usar a ideia na qual se trabalhou tanto tempo. Quer mais motivos? Listamos três:

  1. Atrair clientes e investidores

É muito mais difícil para investidores apostarem em novos negócios. Colocar dinheiro em algo que ainda não é garantia de retorno é um grande risco. Portanto, ter o registro da marca e patentes reduz esse risco e torna-se um diferencial.

  1. Gerar novas receitas

Imagine uma startup se tornando um modelo de negócio sustentável e sem exclusividade do produto / serviço inovador que criou? Muitas outras empresas podem surgir rapidamente fazendo uso daquela inovação e até ganhando o direito legal sobre ela caso registre antes junto ao INPI.

  1. Proteger seus principais ativos

Fazendo registro junto ao INPI é garantido uso exclusivo da sua marca e/ou patentes em todo o Brasil, podendo estender essa proteção para mais de 180 países.

Garantindo a propriedade intelectual, cria-se também uma reserva de mercado, impedindo não só a criação de produtos / serviços iguais ao seu, mas também similares.

Portanto, o registro da marca e patentes deve ser realizado logo na concepção da startup não só protegendo a inovação, mas também como prova da seriedade dos gestores e no quanto eles acreditam na ideia.

IMAGEM: FreePik